Dr. Mario Celso Schmitt

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QUAIS OS TESTES DEVEM SER FEITOS NO RECÉM-NASCIDO? ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE CADA UM.

10/07/2017

Num primeiro momento é importante realizar o exame que verifica a respiração, o batimento cardíaco, o tônus, os reflexos e o choro. Trata-se do teste Apgar, aplicado duas vezes durante os primeiros cinco minutos de vida da criança. Além disso, também são verificadas as medidas como perímetro cefálico, tórax, comprimento e peso.

Ainda na sala de parto deve ser coletado sangue do cordão umbilical para o exame de tipagem sanguínea, ou seja, a identificação do tipo de sangue – A, B, AB ou O – e o fator Rh – positivo ou negativo.

O TESTE DO PEZINHO AMPLIADO deve ser realizado a partir do terceiro dia de vida do bebê, com a retirada de uma pequena amostra de sangue. Esse teste é capaz de detectar a possibilidade de diversas doenças, principalmente as que estão ligadas ao metabolismo e desenvolvimento mental como fenilcetonuria, hipotireodismo congênito, aminoacidopatias, hiperplasia congênita suprarenal, fibrose cística, hemoglobinopatias. Se o resultado de algum destes testes for positivo, o recém-nascido é convocado para nova coleta destinada a exame mais especifico para confirmar o diagnóstico. O diagnóstico precoce de tais doenças é fundamental para diminuir seus efeitos no desenvolvimento da criança.

Para descartar possíveis deficiências no aparelho auditivo, uma fonoaudióloga realiza o TESTE DE TRIAGEM AUDITIVA, também conhecido como teste da orelhinha. Por detectar se o bebê tem alguma perda auditiva permite evitar problemas posteriores, principalmente no desenvolvimento da fala e da linguagem.

O bebê deve passar ainda pelo TESTE DO OLHINHO, realizado pelo pediatra ainda na maternidade, com aparelho específico, chamado oftalmoscópio, que verifica a presença do reflexo vermelho nos olhos, o que significará ausência de catarata congênita ou retinoblastoma.

Por fim, deve ser realizado o TESTE DO CORAÇÃOZINHO. Trata-se de um teste que pode até salvar a vida dos bebês que nascem com defeitos cardíacos. Um sensor de saturação é colocado na mão direita e no pé do bebê para medir a concentração de oxigênio no sangue. Vale ressaltar que é simples, rápido e indolor.

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